23 dezembro 2009

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Nossa Árvore de Natal

Há quem
 prefira fazer surpresa 
para os familiares, enfeitando a Árvore
 de Natal  às escondidas e, ao apresentá-la, 
espera o sorriso e o aplauso de todos. Mas há também 
quem convida os familiares, amigos ou alunos, para decorar árvores 
que sejam, além de bonitas, significativas:
Lá vão algumas dicas:
Árvore da Família: Alguns dos enfeites
 representam as pessoas da família,
seus sonhos ou realizações, seus aniversários...
Árvore da Saudade: Lembrando também os familiares e amigos que estão longe
ou que já partiram para os braços de Deus.
Árvore das Virtudes: As pessoas se propõem a praticar algumas virtudes. Quando conseguem,
colocam um enfeite na árvore.
Árvore dos Amigos: Amigos e vizinhos são convidados a oferecerem um enfeite
ou os nomes deles são pendurados na árvore
Arvore Solidária São pendurados envelopes com informações sobre crianças ou pessoas carentes
que precisam de ajuda. Familiares e visitantes são convidados a colaborarem
para que essas pessoas tenham um Natal mais alegre e confortável.
Talvez essas árvores não exibam brilho e simetria, luxo e harmonia mas,
com certeza, serão significativas e ponto de união.
A árvore pode ir sendo decorada aos poucos, em determinados dias,
finais de semana que antecedem o Natal.
Se a sua Árvore de Natal já está pronta, veja o que pode ser acrescentado a ela.
Que o brilho do Natal venha de corações e rostos felizes e agradecidos
Jesus deu-nos o exemplo de abençoar e cristianizar o que
 até então era considerado pagão, usado em cultos antigos.
 É o caso da celebração da Páscoa e outras.
Não precisamos banir as manifestações tradicionais, 
mas dar-lhe novo formato e sentido.
Vamos dar um sentido novo para nossa Árvore de Natal.
Vamos dar um trabalho novo para o Papai Noel
Que nossa união e ajuda se prolongue durante o ano!
Que momentos significativos se repitam!
Que "saibamos amar como o Aniversariante - JESUS !
Que ELE tenha o primeiro lugar nessa festa !

Ir. Zuleides Andrade, ascj

22 dezembro 2009

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PRESÉPIO

Sueli Caramello Uliano
As palavras são palhas.
-leva-as o vento!

Os gestos são palhas.
-aspergimo-los no ar!

O trabalho é a palha trançada.
O pranto é a palha nos olhos.

Tudo são palhas...!
E a alegria? O que é a alegria?
A alegria é o Menino nas palhas
.

21 dezembro 2009

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O Valor do Natal

Como já terminou o ano escolar, as crianças pedem um prêmio porque entregaram os boletins escolares e se qualificaram para a próxima série. Normalmente meu filho pede que eu lhe compre brinquedos ou coisas que o atraem, e normalmente eu não compro, não só porque às vezes excede o preço que posso pagar, mas também porque o deixo como um desafio para o filho de que se ele realiza isso bem, então ganhará um prêmio.
Em um destes dias de muito calor eu ia de carro com meu filho quando passamos em frente a uma sorveteria, e ele me pediu que lhe comprasse um sorvete porque terminaram as aulas. Um sorvete é o presente mais barato que alguém pode dar ao filho, e não necessita que se espere o fim das aulas para dá-lo. Porém me chamou a atenção a expressão de alegria no meu filho só porque eu aceitei a proposta.
Depois de eu lhe comprar o sorvete, ele me agradeceu e disse em voz alta: "Que férias legais vou ter dessa vez !". Me surpreendi com o que um simples sorvete podia fazer. E então pensei nos valores que inculcamos em nossos filhos para este Natal.
Será que nossos filhos gostam dos detalhes do Natal, preparar o presépio, por os enfeites, preparar o pasto para as ovelhas, fazer juntos em família o presépio, preparar a estrela de Belém com papéis brilhantes. Ou será que vamos em uma loja, compramos o presépio e mandamos a empregada colocar em um canto da casa, ou talvez o montemos sem grande interesse.
Penso que se mostramos a nossos filhos o valor do Natal através desses pequenos detalhes, valorizamos a cena de uma reunião familiar em toda Noite Feliz, pois se o Natal só serve para aplacar os pedidos de presentes das crianças, por mais carrinhos de brinquedo sofisticados que lhes compremos, estes não servirão para passar-lhes o verdadeiro espírito natalino.
Que lhes parece se em vez de superficialidades mostrarmos aos pequenos, e porque não aos adultos que convivem conosco, que o Natal é passar esse dia com o amor familiar, é perdoar, é alegria, é ter paz interior, é esperança de que o amanhã será melhor porque existe Jesus, porque realmente a mais de 2000 anos um pequeno menino nascido de uma virgem, casada com um carpinteiro chamado José, nasceu para nos salvar, para nos dar a oportunidade de sermos bons, de fazer as coisas bem, de sermos honestos, de sermos respeitosos e obedientes com nossos pais, de sermos carinhosos e agradáveis com os demais, de entregar um sorriso às pessoas que convivem conosco.
Isso e muitas coisas mais, podemos ensinar como sendo o valor de um Natal.
De: Alicia ABZ, no site Encuentra.com
O Tempo do Advento é uma época para preparar com alegria e devoção o nascimento de Jesus Cristo.

19 dezembro 2009

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Natal Moderno

Inês Rodrigues
Depois de conversar com a quadragésima-sétima criança, Papai Noel teve suas calças batizadas por um farto xixi que o menino deixara escapar. E não agüentou:
- "Gente, pelo amor do Jesus Menino, preciso de uma pausa", gritou o bom velhinho para o ajudante postado atrás da cadeira e do saco de presentes.
- "Ãaahh??? Quê???"
O barulho no shopping center era semelhante ao de uma discoteca.
- "Preciso de uma pausa", gritou Papai Noel, apontando a mancha úmida nas calças.
O moço, então, paciente, foi até a fila de crianças. Elas quase desapareciam atrás das montanhas de sacolas carregadas pelas mães:
- Papai Noel precisa limpar as calças. Vocês podem retornar daqui a pouco… Só uns dez minutinhos e ele já está de volta.
- "Eu quero ir com ele", gritou o menino lourinho, primeiro da fila, com um copo do MacDonald's na mão.
- "Não, não pode. Se você for, todas as crianças vão querer ir junto também, já imaginou?", explicava o ajudante, que tinha ar de fome crônica.
- "Ué, eu sempre achei que Papai Noel não ia ao banheiro… Ele não pode fazer mágica pra limpar a calça?"
A idéia era da menina gorducha, atrás do lourinho na fila. Agarrada aos cabelos desgrenhados da sua Barbie, foi arrancada do lugar pela mãe impaciente.
Bluewater - dizem aqui - é o maior shopping center da Europa. Fica num vale gigantesco e suas torres de estação espacial são vistas da estrada que sai de Londres rumo ao Canal da Mancha. É um enclave americanizado no velho continente, cada vez menos resistente aos costumes megalomaníacos do outro lado do Atlântico. Num fim de semana de dezembro, é difícil achar vaga no estacionamento já às onze da manhã. Pois foi lá que o nosso Papai Noel arrumou emprego durante todo o mês. Já não seria a sua primeira experiência de aposentado fazendo bicos natalinos: o salário deste ano seria gasto em presentes para os cinco netos.
E lá vai ele, caminhando apressado, tentando achar o banheiro. O xixi do menino formava uma rodela escura na calça vermelha da fantasia.
Rodou um piso inteiro para descobrir que o banheiro indicado era o feminino. Deu meia volta e dirigiu-se ao elevador. Teria que descer. Apertou o botão e logo a campainha fez "plim", flechinha para baixo. Que alívio. Mas durou pouco. O elevador vinha lotado com uma excursão escolar, uns quinze pirralhos:
- Papai Noel!!!
- Olha, é Papai Noel!!! Êêêêêêêê!
E vieram para o ataque. Uns abraçavam suas pernas, outros puxavam a barba (milagre, era de verdade, ai que dor!), outros davam beijos. Algumas meninas queriam dar-lhe pirulitos de presente. Dois deles, meio chupados, acabaram grudados na manga da blusa e na ponta do gorro.
Papai Noel fazia seu papel: sorria, conversava com ar de vovô coruja. Carregado para dentro do elevador, fez três viagens inteiras pelos diferentes pisos do shopping. Ao final, beijou vários rostinhos lambuzados e prometeu voltar. Mentiu para escapar: "Tenho que visitar um menininho doente".
Saiu correndo e, ops, estava longe do banheiro outra vez. Foi parar no estacionamento descoberto. A temperatura não passava de três graus e ele sentiu uma onda gelada entrando pela pele e perfurando seu corpo até os ossos.
O vento frio lá fora era de paralisar pensamentos. Papai Noel levou alguns segundos para se lembrar que estava só com o blusão de cetim da fantasia e uma camisetinha por baixo. Era melhor voltar correndo, pegar outro elevador e, finalmente, encontraria o banheiro.
Que alívio chegar lá! Depois de limpar a urina alheia das calças, quase pronto para enfrentar outra maratona, ele se olhou no espelho: a barba lambuzada de chocolate, certamente sobra de algum beijo afoito.
- "Se minha barba fosse de mentira, teria que mandá-la para a lavanderia todos os dias", murmurou enquanto lavava o rosto. Quando procurava a toalha de papel para secar a barba pingando, um pai com seus três meninos entrou no banheiro. O velhinho já aprontava o sorriso treinado para os pimpolhos, mas teve que recuar. O mais novo, mais preocupado com fraldas do que com presentes, fez cara de terror e começou a chorar, com medo da roupa vermelha e da barba molhada. Gritava aterrorizado, enquanto os outros dois se encolhiam junto às pernas do pai. Meio sem jeito, Papai Noel pediu licença e escapou do desprezo inesperado.
Ao sair, olhou o relógio de pulso: havia perdido mais de meia hora no trajeto entre a cadeira e o banheiro. Estava atrasadíssimo. Voltou correndo, passando feito ventania pelas vitrines, mandando beijos aqui e ali para crianças que o chamavam, seu nome ecoando pelas paredes. Passou em frente ao Café Costa:
- "Ai que vontade de tomar um chá quente…", suspirou. Mas não havia tempo.
Chegou, arfando, à cadeira, montada ao lado do saco de presentes, em frente a uma grande loja de departamentos. E durante as duas horas seguintes, distribuiu chocolates e brinquedos de plástico, pegou bebês no colo, posou para fotos. Comeu um sanduíche de frango que a loja lhe oferecia e pensou em sair outra vez. Mas faltavam dez minutos para que outro Papai Noel viesse lhe render na cadeira-trono. Só pensava no chá fumegante.
O ajudante sussurrou por detrás do saco de presentes:
- O outro já chegou, pode sair.
Papai Noel acenou para a criançada, entrou atrás do palanque improvisado e viu o colega - um tanto magricela para a função - entrar no palco. E a gritaria recomeçou.
Satisfeito por ter cumprido mais um dia, o bom velhinho pensou em assistir ao novo filme de James Bond. Mas aquele chá ainda o esperava lá no segundo piso, não daria tempo de pegar a próxima sessão.
Pediu uma xícara gigante, bastante leite e açúcar para completar. E sentou-se calmamente numa das mesas do café, os pés repousando na cadeira em frente à sua. Foi quando apareceu o repórter fotográfico, procurando a cena perfeita para a primeira página do jornal do dia seguinte, véspera de natal.
Ao encontrar Papai Noel cansado, estirado entre duas cadeiras no meio de um shopping center, sorvendo o seu chá, não pensou duas vezes. E foi assim que o bom velhinho virou celebridade. Saiu na primeira página e deu o que falar. Foram entrevistas, mais fotos, ofereceram-se até para escrever sua biografia. Os cinco netos do nosso herói ficaram tão orgulhosos em ver o avô nos jornais que não quiseram saber de outro presente de Natal. E assim, o dinheiro ganho no bico natalino foi doado às crianças pobres. E o troco serviu de verba para as sessões de cinema do ano seguinte.
Inês Rodrigues é jornalista e tradutora. Já atuou nas seções de artes e música em diversas empresas de comunicação brasileiras, tais como Jornal da Tarde, Fundação Padre Anchieta, Editora Globo e Rádio Gazeta. Atualmente reside em Londres.

18 dezembro 2009

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O Primeiro Natal

Todo o céu estava preparando o primeiro natal da história; em poucos dias, Deus se transformaria em homem, e nasceria num pequeno povoado chamado Belém, e ainda tinham tantas coisas que fazer!
No meio de tanta “bagunça geral”, o anjo Bernardo Céulimpo passeava nervoso e pensativo:
- Eu não posso faltar. Tenho que estar lá, perto dEle. Daria até minhas asas para ver a Jesus recém-nascido, mas... como ?
De repente, ele viu um grande cartaz num cantinho do céu:
“O MESTRE ROGELIO ASACURTA PROCURA VOZES PARA FORMAR O CORO CELESTIAL, QUE ANUNCIARÁ AOS HOMENS O NASCIMENTO DE JESUS”.
- Esta é a minha oportunidade de ficar perto do menino Jesus!
O mestre Asacurta aceitou a Bernardo, mas advertiu-lhe muito sério:
- Muito bem, você já forma parte do coro celestial, mas você não pode faltar a nenhum ensaio. As canções devem sair perfeitas, entendeu?
- Sim mestre, eu entendi. Não faltarei! (falou Bernardo muito emocionado).
Bernardo não podia ocultar sua alegria por ter conseguido participar do coro do mestre Rogelio Asacurta. Mas apesar de sua determinação, não conseguiu ensaiar nem uma vez; um dia porque levou até a sua casa um anjinho bebê que tinha se perdido; outro dia, porque ficou ajudando aos anjos que estavam preparando a estrela de Belém; outro, porque se encontrou com Santiago Nubarrão, com quem estava zangado, e conversaram de novo até que se fizeram amigos de novo; outro dia mais, porque um amigo pediu-lhe para costurar sua túnica... E assim, quando se lembrou do coro celestial, era 24 de dezembro, ou seja, o ultimo dia de ensaio.
Bernardo se colocou no coro, mas quando estava cantando “Glória a Deus nas alturas”, ele errou e o mestre Asacurta, muito sério, lhe disse que lamentavelmente, não poderia ficar no coro.
Bernardo estava mais que triste e não encontrava consolo. Já se acabava o dia e começava a noite mais boa de todos os tempos, porque era à noite que veria nascer o Senhor.
O anjo secou suas lágrimas e começou a procurar uma nuvem com boa vista da terra para, pelo menos, poder espiar o grande acontecimento. Mas o paralisou uma voz sem palavras, que ressoou no seu coração, chamando-o. Era Deus Pai e até Ele dirigiu-se sem tardar.
- Oi Bernardo, como vai você?
- Muito bem, Deus, obrigado.
- Se não me engano, teu maior desejo era ver Jesus recém-nascido, né ? Bem, agora você vai a descer nesse humilde presépio onde meu Filho vai nascer, e do lado do presépio velarás por seu sonho.
- Eu..., eu... Senhor? Porque eu?
- Porque em meio de tantos preparativos para o nascimento de Jesus, você preparou o mais importante; teu coração; ajudando aos que te necessitavam, esquecendo brigas, deixando até tuas próprias coisas para ocupar-te dos demais; em uma palavra AMANDO, e assim é como eu quero que hoje e sempre preparem o Natal!
Então, ande rápido porque todos já estão indo!
- Obrigado Deus. Muitíssimo obrigado! (falou Bernardo muito emocionado)
- De nada meu filhinho, e que o desfrute.
Agora já sabem: quando montarem o presépio, ponham esse anjinho na cabeceira do menino Jesus ou no teto do presépio. Não se esqueçam que esse é Bernardo Céulimpo, e que está lá perto do Senhor porque preparou o Natal com um coração cheio de amor para todos.

17 dezembro 2009

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PORQUE ESTAMOS NO MÊS DO NATAL

Se você acredita nas magias do Natal, quem sabe, depois de ler este artigo, você conclua que a Paz e a Felicidade estão mais próximas do que pensamos?
Muitas coisas mágicas acontecem porque estamos no mês do Natal.
Talvez essas coisas mágicas não aconteçam com todo mundo. Nem mesmo sei se acontecem com muitas ou com poucas pessoas. Mas acontecem com algumas.- não que estas sejam melhores que ninguém. Apenas são mais perceptivas a algumas sutis mudanças que ocorrem no ar, no humor e no amor das pessoas - só porque estamos no mês de Natal.
Uma mudança visível, por exemplo, no mês do Natal, é que as pessoas sorriem mais. Tornam-se mais tolerantes, mais pacientes. Algumas ficam mais otimistas. Outras ficam mais criativas para acompanhar o otimismo daquelas, ainda que não tenham boas razões para serem otimistas. As ruas e os shoppings ficam apinhados de gente que anda de um lado para o outro, de forma deliciosamente barulhenta. Os sons, a confusão e as algazarras de dezembro fazem parte do cenário natalino. Até o trânsito congestionado faz parte.
Nas empresas, essas mudanças também acontecem, porque estamos no mês do Natal. Planejam-se almoços, jantares, encontros de confraternização, festas de "amigo secreto", concursos, brincadeiras, distribuição de brinquedos e cestas - sempre com a risonha presença do Papai Noel, mesmo com a barba fora do lugar e um leve hálito de cerveja. E as magias do Natal nas empresas não param por aí: os chefes "durões" relaxam, os "bonzinhos" se derretem, os racionais contemplam tudo com um olhar condescendente de superior compreensão, os atrasos são tolerados, as faltas são abonadas...
Porque estamos no mês de Natal, as portarias das empresas se enchem de brindes e presentes de fornecedores e clientes. Algumas Normas internas tentam proibir essa prática, mas o máximo que conseguem é fazer os brindes e presentes irem parar em outras portarias residenciais.
Porque estamos no mês de Natal todas as equipes de trabalho transformam-se pra valer em equipes de alta performance. Nunca a integração, a sintonia e a harmonia são maiores e mais produtivas que no mês de Natal. Isso é fácil de perceber nos alegres encontros dos colegas nos corredores e nas cristalinas gargalhadas nos refeitórios e mesmo no local de trabalho.
Porque estamos no mês de Natal, mágoas e ressentimentos são arquivados. Aquele aumento que não veio, aquela promoção que não saiu, aquela ofensa, aquele constrangimento, aquela discussão...tudo isso passa batido porque estamos no mês do Natal. E depois, para coroar as festividades, há o inevitável discurso reafirmando que as pessoas são o maior patrimônio das empresas. E assim todos continuam vivendo felizes para todo o sempre - enquanto durar o mês de dezembro.
Querem saber o que eu realmente gostaria que acontecesse? Que ocorressem de fato as mudanças às quais me referi neste artigo. Mas que elas fossem tão duradouras quanto a esperança dos puros de coração, e que, doravante, eu pudesse escrever, a cada mês, mais onze artigos iguaizinhos a este, mudando apenas o nome do mês no título. E que eu pudesse começar o texto de cada um dos artigos desta maneira:
"Muitas mágicas acontecem..." :
-Porque estamos no mês da Confraternização Universal...
-Porque estamos no mês do Carnaval...
-Porque estamos no mês da Semana Santa...
-Porque estamos no mês da Páscoa...
-Porque estamos no mês do Dia das Mães...
-Porque estamos no mês do Corpus Christi...
-Porque estamos no mês das Férias...
-Porque estamos no mês do Dia dos Pais...
-Porque estamos no mês da Independência do Brasil...
-Porque estamos no mês do Dia das Crianças...
-Porque estamos no mês da Proclamação da República..."
e aí recomeçaríamos nossa contínua maratona de fé, esperança e otimismo, porque teria chegado novamente o mês de dezembro, o mês do Natal. Outra alternativa seria decretar que, daqui para a frente, o ano inteiro seria constituído por um único mês, composto de 365 dias, chamado dezembro...
Será sonhar demais supor que a Paz e a Felicidade poderiam ser conseguidas simplesmente extinguindo-se o nome dos meses ou transformando-os em um só?
Ora, não me levem a sério. Esta pergunta faz parte da magia do Natal. E como toda magia, é só para sonhar com ela.
Floriano Serra é psicólogo, Diretor de Recursos Humanos e Qualidade de Vida da APSEN Farmacêutica, fundador e diretor-presidente do IPAT -Instituto Paulista de Análise Transacional e da SOMMA4 Desenvolvimento Pessoal e Organizacional. É palestrante e autor de mais de uma dezena de livros sobre o comportamento humano (o mais recente é O gerente que veio do céu) e escreve artigos para diversos jornais, revistas e sites de RH.

16 dezembro 2009

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CALENDÁRIOS

Correrias, apertos, problemas - e alegria, e carinho, e amor.
Cristina Moraes Vojvodic
— Mas, se formos fazer um para cada um, não vai dar tempo. É muita coisa, mãe.
O comentário da filha mais velha, embora não fosse desprovido de objetividade, carregava, no tom, uma boa dose de preguiça.
— Não precisamos fazer para todos. Podemos dar só para as senhoras e meninas.
Era a vez do protesto masculino:
— E os homens, não ganham nada? Fica feio, mãe.
— Podemos fazer trufas para os homens.
A filha do meio também tinha algo a dizer:
— Trufas, nós já fizemos no ano passado e, além disso, depois dos ovos de Páscoa, não quero nem pensar em passar horas com aquele cheiro de chocolate a dar até arrepios de enjôo.
Era engraçado ver como argumentavam os três filhos, criticando uma ou outra proposta, mas, definitivamente, tomando como certa e própria a idéia de que os presentes de Natal seriam feitos por eles. Já fazia algum tempo que a mãe inventara de fazer presentes muito pessoais que significavam, além do óbvio, uma boa maneira de ocupar os filhos nesse período das férias em que não se viaja e não se tem programa melhor que dormir, comer, gastar ou, o cúmulo da ociosidade, comer pipoca em frente da televisão.
— Então podemos fazer aqueles biscoitos de nozes para os homens.
— Está bom. São bem gostosos e não são muito difíceis. A gente faz a massa lá pelo dia 21, deixa na geladeira uma noite e assa tudo no dia 22.
— Melhor adiantar isso um pouco. No dia 22, vou estar assando os bolos para o almoço do dia 25.
— Mas os biscoitos não vão ficar velhos?
— Guardados em latas bem fechadas, eles se conservam por muitos dias. Não tem perigo.
— Mas e o calendário, não é difícil demais?
O dito calendário de madeira aparecera em uma revista como oferta de uma loja de presentes. A revista passara de mão em mão. Todos tinham achado lindo.
— Mãe! Como vamos cortar a madeira?
— Com a serra tico-tico do vovô. Na realidade, corte difícil mesmo vai ser o desta parte redonda. O resto é de linhas retas, acho que dá até para trazer cortado da loja de materiais.
— Mas se já vem cortado, o que vamos fazer?
— Não se preocupe. Vai ter muita coisa para vocês fazerem. Lixar, pintar, colar, montar... Precisamos é começar logo para dar tempo.
Tudo combinado, começou a fase de execução. A escolha do material obrigou a três incursões em urna loja do tipo faça-você-mesmo. Foram também a duas lojas de ferragens e passaram por três papelarias. A madeira já viria na largura certa, mas o comprimento teria que ser acertado em casa, por causa da tal curva. As tintas, finalmente as apropriadas, tinham cores boas e as arruelas, que viriam a ser os marcadores, pareciam ser do tamanho certo. Algumas idéias geniais e outras tantas adaptações faziam antever um bom resultado.
— Mãe, é incrível! Com o preço de dois calendários prontos - a filha do meio era a contabilista da família - compramos o material para todos os dezesseis que vamos fazer. Que economia!
A mãe não pôde deixar de rir.
— A economia pode ser interessante, mas acho que não é por isso que vamos fazer tudo. Se fosse assim, mais econômico mesmo seria não comprar e também não fazer.
A idéia de não dar presentes de Natal pareceu desconcertar as crianças. A mãe tentou deixar mais claro o que queria dizer.
— Por que vocês querem dar os presentes?
— Porque é Natal, ora!
— Mas por que damos presentes no Natal?
Um breve silêncio. A mais velha, do alto dos seus treze anos, foi a primeira a conseguir formular alguma idéia:
— Para comemorar o nascimento de Jesus, para repartir essa alegria com os outros.
— Está certo. E se é assim, qual é o melhor tipo de presente?
Os dois mais novos seguiam o diálogo sem perder uma palavra.
— O melhor que a gente possa dar.
— O mais caro, filha?
— Não, não e isso. O melhor acho que é o presente que mostra a nossa alegria, o nosso carinho.
—É isso, mãe - era a vez de a segunda filha dizer algo -, se o presente tem que mostrar o nosso carinho, aquele que a gente faz mostra isso melhor do que o que a gente compra pronto, porque a gente fica ali fazendo, caprichando, pensando em quem vai ganhar o presente.
Ela não sabia dizer que dar de si era o verdadeiro presente, mas a idéia parecia já se ter formado. A mãe deu-se por satisfeita.
Agora era trabalhar. Bem, a partir de segunda-feira, porque os primos tinham convidado a todos para o fim de semana no sítio e, afinal, o tempo estava ótimo.
Na terça, a mãe já esbravejava:
— Vocês assumiram o compromisso e compramos todo o material. É bom começarem logo; se não, não dá tempo.
— Calma, mãe. Nós vamos fazer tudo, você vai ver. Vai dar tempo e vai sair tudo super certo.
Dois dias depois, ninguém mais tinha certeza. Com a serra elétrica do avô - também ele ajudava - não se conseguia dar ao corte a precisão esperada. Era preciso lixar muito mais do que tinham imaginado. Mas, era tocar o barco e pegar o touro à unha - ou à lixa, se necessário.
— Dezesseis vezes trinta e um... são 396 toquinhos de madeira para fazer os "dias".
— Fugiu da escola, é? São 496, e não pare de lixar.
As "gentilezas" entre irmãos proliferavam.
— Você deixou tudo mal lixado! Está horrível,
— E você também pintou as casinhas como seu nariz. Está tudo borrado.
— Mãe!! Elas não deixam eu ajudar! Elas dizem que não sei fazer nada.
Era sempre preciso intervir para apaziguar os ânimos.
— Se é para brigar, o trabalho não serve para nada. Meninas, descubram uma tarefa que seu irmão consiga fazer bem, ou o ensinem a fazer melhor as que ele já está fazendo. E você, trate de aceitar que elas o ensinem.
Quando a serra elétrica quebrou, muito antes dos 496 pinos ficarem prontos, houve uma certa comoção familiar. Não dava tempo de esperar o conserto da máquina e também não dava para comprar outra, pelo menos naquele momento. Durante o jantar, discutiam as alternativas, desanimados:
— A serra do tio Toninho, não adianta pedir. Na semana passada, ele veio pedir emprestada a do vovô, porque a dele tinha quebrado.
— Quem sabe eu consiga cortar com o serrote - ofereceu-se a mãe.
— Você não agüenta. É muito pesado - o pai era sempre objetivo.
— Então não vai dar para terminar e foi tudo inútil... Silêncio. Continuaram a comer, sem muita vontade.
— Eu serro.
O oferecimento do pai causou surpresa, pois, desde o começo, ele havia deixado claro que não participaria do "projeto calendário" por achar que já tinha trabalho e preocupações demais para assumir outros encargos. Mais tarde, a sós, confessou à mulher que não resistira à frustração estampada nos rostos dos filhos. Afinal, eles só queriam ter a alegria de dar alegria.
O trabalho prosseguiu.
— Mãe, a Debbie telefonou e convidou para ir ao cinema com ela. Podemos ir?
— Mas, e essa tinta que vocês já prepararam? Vai secar tudo. E, depois, acho que não dá mais para perder tempo. Faltam só três dias para a véspera do Natal. Vocês ainda não moeram as nozes para os biscoitos. Vocês sabiam que eu não ia dar conta de tudo sozinha.
— A Debbie disse que adorou as nossas idéias e que vem para ajudar depois do cinema. A tinta a gente cobre com um plástico e ela não seca.
Apesar de desconfiar da eficiência do mutirão, a mãe acabou concordando. Para seu espanto, à noite, as quatro crianças trabalharam com afinco e ultrapassaram a meta estabelecida para aquele dia. Tudo caminhava.
— As arruelas não se encaixam nos pinos!
— Mas nós medimos e experimentamos!
—É, mas o verniz aumentou um pouquinho a grossura dos pinos e agora não dá.
Encontrar novas arruelas, do tamanho certo e que fossem de um material que aceitasse a tinta já comprada era uma nova tarefa para o avô; a mãe já estava irremediavelmente acampada na cozinha, pilotando o almoço que serviriam aos tios, primos e avós no dia de Natal. Será que os calendários ficariam prontos afinal?
Ficaram.
No dia 24, enquanto os embrulhavam com celofane e fita, todos relembravam as peripécias que haviam ocorrido naqueles últimos quinze dias. Riam todos.
Os pacotes, arrumados no chão ao pé do presépio, aguardavam o momento de serem entregues.
— Será que vão gostar, mamãe?
— Eu gostaria.
— Tem um para você tamb...
— Fique quieto, língua de trapo. Era surpresa...
— Não importa. Vou gostar do mesmo jeito. Não precisam brigar. Agora, vão-se arrumar para a missa de vigília que não quero sair em cima da hora.
— Calma, mãe. Vai dar tempo...
Do livro "Retratos de Família", de Cristina Moraes Vojvodic, Editora Quadrante

15 dezembro 2009

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CARTA ao PAPAI NOEL


Ir. Zuleides Andrade, ascj

O recado, em carta enviada ao Papai Noel, vale para todos nós: "Em silêncio, deixe que a luz ilumine primeiro o Menino Jesus, seus pais e o berço, depois, faça morada em seu coração e, progressivamente, ilumine todos os seus pensamentos e ações.

Antes de sair de casa para o seu trabalho, pare um pouco e entre em sintonia com o Deus da Vida que, um dia, veio palmilhar o nosso chão, veio amorosamente ensinar-nos a viver como irmãos.

Que a Celebração do Natal seja alegre, santa, solidária e resposta ao desejo de tantos que suplicam: "Queremos ver Jesus, Caminho, Verdade e Vida em todas as famílias, crianças, adolescentes, jovens e idosos que, saindo de si mesmos, colaborarem para um Natal sem fome, um Natal de paz, um Natal de amor! Queremos ver Jesus!

Querido Papai Noel,

Escrevo-lhe esta carta, não para pedir presentes, mas para sugerir-lhe que seja uma presença diferente, neste NATAL.

Sinceramente espero que não estranhe o fato da carta ser um tanto longa. Acontece que há muitos anos venho pensando neste assunto. Lendo um texto do "Pe. Zezinho", achei por bem escrever-lhe diretamente.

Desculpe-me se a carta não chegar às suas mãos enluvadas, acompanhada de um presente material. Tenho certeza de que o ANIVERSARIANTE tem alguma surpresa divina mais condizente com a sua condição humana e com a sua profissão temporária - a de ser Papai Noel durante dois meses.

Sei que a culpa não é toda sua, querido Papai Noel, pois fizeram muito barulho e propaganda a seu respeito, a tal ponto que algumas pessoas nem mais se lembram do que comemoram no dia 25 de dezembro. É triste verificar que muitos não mais recordam a linda história daquela noite santa nem a contam às crianças.

A data não é bem essa, eu sei, mas os cristãos cristianizaram a celebração de 25 de dezembro, que a princípio era a festa do deus SOL - o solstício de dezembro. Agora é a festa de JESUS, o Sol de nossa vida.

Penso que vai concordar com a minha sugestão e, com o seu jeito carinhoso de papai e vovô, pode ajudar a devolver a admiração, o amor, a esperança e as homenagens natalinas para o verdadeiro dono da festa - o aniversariante, JESUS.

Sabemos que tanto os pequenos quanto os adultos gostam muito de ouvir histórias.

Sugiro-lhe que aproveite esta chance e, com sua voz macia e sonora, peça para as crianças sentarem no seu colo ou no chão.... para ouvirem o que tem a contar. Garanto que os adultos também vão ficar curiosos, pois todos, mesmos crescidos, conservamos um coração de criança.

Entre, com tranqüilidade em seu coração de criança, recorde seus sonhos, expectativas e tudo o que aprendeu e viveu na juventude e idade adulta. Conte a história daquela noite santa: fale de Jesus, de seus pais, das estrelas, dos anjos, dos pastores, dos animais e toda aquela cena cheia de mistério e graça ... Era uma noite silenciosa, lembra? Os anjos cantavam e Deus se fez presente para nós. Procure, agora, escutar o recado de Deus.

Presentes? Será que as crianças precisam ser boas e se comportarem bem para ganhar presentes? Isso é chantagem! Deus costuma dar presentes para todo o mundo: a noite, o dia; o sol, a chuva; as flores, os pássaros; rios, águas... milhares de presentes. É só prestar atenção para identificá-los e acolhe-lhos . Ele nunca pergunta se somos bonzinhos e obedientes. Você poderia imitar esse jeito generoso de Deus que é Pai-Mãe-Amor, não acha?

Pais costumam dar o que têm de melhor para seus filhinhos, pois são sempre os melhores filhos do mundo.

Está bem assim, Papai Noel? Espero que ainda se lembre das histórias que lhe contavam quando criança. Sei que suas preocupações são muitas e que, talvez, o Natal represente dinheiro extra para a sua família.

Tudo bem que os pais lhe tragam as crianças esperando ouvir aquelas costumeiras perguntas: O que você quer ganhar nesse Natal? Você se comportou bem? Estudou bastante e passou de ano? Obedeceu aos pais? Depois entrega um pirulito ou algumas balas aos pequenos de olhos arregalados.

Já pensou se as crianças não recebem dos pais o que lhe pediram?!

Não me leve a mal, mas... ainda bem que eu, bem pequenina, vi meu pai pulando a janela do quarto para colocar uma boneca embaixo de minha cama. Ô, feliz descoberta!

Dou-lhe mais uma sugestão e espero que, pelo menos em parte, lhe agrade:

Continue sim, o seu trabalho mas, de uma forma nova: cuide também de seu coração, da dimensão espiritual e afetiva. As crianças são muito sensíveis e vão notar sua alegria e o brilho que vem de dentro e se expande em seu olhar. Vamos lá, Papai Noel!

Continue na Festa do Aniversário de JESUS - o Natal!

Encontre um jeito ou peça até para o colocarem no Presépio, mas ao lado dos Reis magos ou de outros personagens.

Em silêncio, deixe que a luz ilumine primeiro o Menino Jesus, seus pais e o berço, depois, faça morada em seu coração e, progressivamente, ilumine todos os seus pensamentos e ações.

Antes de sair de casa para o seu trabalho, pare um pouco e entre em sintonia com o Deus da Vida que, um dia, veio palmilhar o nosso chão, veio amorosamente ensinar-nos a viver como irmãos.

Além desta carta, envio-lhe este recado que escrevi para muitas pessoas, mas penso não tê-lo enviado a você:

"Encontre um tempo a mais para recordar e passar adiante a história do Menino Deus, que veio viver a nossa vida e a nossa história.
Conserve as tradições vivas. Recorde os Natais da infância, da juventude, da idade adulta, e também os dos anos dourados...
e agradeça a Ele, o aniversariante Jesus.
E escreva também. Visite ou presenteie, se puder. Nesse tempo que é tão especial, muita gente espera e merece ser lembrada.
Partilhe os bens materiais e espirituais.
Um Natal muito santo, alegre e fraterno, a todos!"

Querido Papai Noel, sinceramente espero que esta carta chegue em suas mãos, faça-o refletir sobre o assunto e encontre eco em seu coração. Ah, lembre-se daquela canção: "Botei meu sapatinho na janela do quintal. Papai Noel deixou-me um presente de Natal". Sei que não é segredo para você nem para tantas pessoas solidárias que procuram ajudar aos mais carentes, por ocasião do Natal.

Há muitas crianças e adultos que não têm calçados, muito menos para colocá-los na janela. Mesmo assim, conservam a esperança de que este Natal lhes traga um pouco mais do conforto e da dignidade a que têm direito.

Aceite o meu abraço natalino e a minha gratidão por ter feito parte dos meus sonhos de criança, mesmo que por pouco tempo. Talvez não tenha a oportunidade de responder a esse meu recado; não faz mal, fico feliz da mesma forma. Guarde esta minha carta com carinho ou repasse-a para outra pessoa.

Ir. Zuleides - anjo

Fonte: "Triunfo do Coração de Jesus n° 41 - Natal de 2004

14 dezembro 2009

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Realmente o Natal...




No ponto de vista dos autores,e segundo a bíblia, o natal é verdadeiramente o nascimento de Cristo,filho de Deus,que nasceu para seguir um plano.Um plano no qual Deus foi quem o traçou , que consistia que,Cristo morresse,para que fossemos justificados por nossos pecados,pois na época de Cristo quem tivesse pecado e quisesse se limpar deles,tinha que oferecer um cordeiro em forma de sacrificio,e Cristo veio em forma de um cordeito sem pecado para limpar os pecados de toda humanidade,para que um dia podessemos alcansar vida eterna,por intermédio dele, Cristo o filho de Deus.Não somos contrários à festa do natal,mas,basta que na noite do natal você apenas se lembre do verdadeiro sentido do natal.
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Árvore de Natal


                    Ninguém sabe dizer ao certo quando surgiu a árvore de Natal. Mas ao longo de toda história ela foi incorporada aos hábitos de vários povos. A civilização egípcia considerava a tamareira como árvore da vida e a levavam para casa nos dias de festa, enfeitando-a com doces e frutas para as crianças. Na Roma Antiga,os romanos penduravam máscaras de Baco, o deus do vinho, em pinheiros para comemorar uma festa chamada "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.

                    Na Alemanha, o padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma protestante do século XVI, montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Seu objetivo era mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite de nascimento de Cristo.

10 dezembro 2009

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Parlendas Infantis

O que são

As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Possuem uma rima fácil e, por isso, são populares entre as crianças. Muitas parlendas são usadas em jogos para melhorar o relacionamento entre os participantes ou apenas por diversão. Muitas parlendas são antigas e, algunas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo.

Alguns exemplos de parlendas:

Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, chegou minha vez
Sete, oito, comer biscoito
Nove, dez, comer pastéis.

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Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou? 
diz um número e sem soltarem as mãos, dão um giro completo na até completar o número dito pelas crianças.

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Um elefante amola muita gente...
Dois elefantes... incomoda, incomoda, muita gente...
Três elefantes... incomoda, incomoda, incomoda, muita gente...
Quatro elefantes incomoda, incomoda, incomoda, incomoda, muito mais...
(continua...)

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– Cala a boca!
– Cala a boca já morreu
Quem manda na minha boca sou eu!

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- Enganei um bobo...
Na casca do ovo!

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Dedo Mindinho
Seu vizinho,
Maior de todos
Fura-bolos
Cata-piolhos.

06 dezembro 2009

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Levamos a sala dos professores para TV.

Profissão Professor: Um programa que traz inspiração e boas idéias para levar para sala de aula.

 

Estréia 27 de Setembro

A Fundação Victor Civita (FVC) ampliou sua parceria com a TV Cultura e, neste ano, produzirá em conjunto com a emissora paulista uma nova série Profissão Professor. Serão 13 episódios, com estréia prevista para o dia 27 de setembro. Os programas misturam ficção com experiências reais. Atrizes representam três professoras e uma coordenadora pedagógica, que comentam trabalhos de verdade feitos por vencedores do Prêmio Victor Civita de 2007. O cenário representa a sala dos professores de uma escola.

A idéia é retratar os diálogos e angústias vividos nos chamados horários extra–classe, momentos previstos em lei quando docentes e coordenadores debatem e avaliam estratégias de ensino, discutem as dificuldades da turma e repensam o planejamento das aulas. “Queremos usar a teledramaturgia para mostrar o cotidiano escolar, as trocas que acontecem na sala dos professores, com as dúvidas freqüentes e soluções apontadas por uma coordenadora experiente e parceira”, explica Regina Scarpa, consultora pedagógica da FVC.
Dois programas focarão especificamente a questão da violência doméstica, com análises sobre como o professor deve se comportar quando desconfia de algum problema com seus alunos. Os 11 demais abordarão os temas tratados nos trabalhos dos Educadores Nota 10 e da Escola do Ano. A proposta é, diante dos questionamentos trazidos pelas professoras, mostrar atividades bem sucedidas montadas pelo país.
A transmissão será semanal, aos sábados pela manhã, das 11h às 11h15, na TV Cultura e nas afiliadas.

05 dezembro 2009

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Jogo da memória com fotos das crianças

Conteúdo
Jogos

Objetivos
-Divertir-se com o jogo da memória
- Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas
- Conhecer as regras do jogo da memória
Ano
Crianças entre 2 e 3 anos
Tempo estimado
Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem
Material necessário
Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10
Cartolina ou papel mais resistente
Plástico adesivado para encapar
Desenvolvimento das atividades
1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.
2. Apresentar o jogo
Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares.
Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.
3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos
Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los.
Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos.
Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.
4. Garantir momentos na rotina semanal para que as crianças joguem o jogo da memória
Durante o período de recepção das crianças, no término do dia enquanto aguardam a chegada dos pais são boas opções para o contato com o jogo da memória
5. Criar novos jogos e variações do jogo da memória
Após o jogo tornar-se bastante conhecido, pode-se pesquisar variações do jogo da memória, tais como lince (um tabuleiro grande com imagens pequenas que as crianças devem procurar a partir de cartões com imagens duplicadas) .
Avaliação
Devem-se criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças jogam e o grau de envolvimento de cada uma delas. A partir da análise das pautas o educador pode fazer os ajustes com relação ao grau de dificuldade do jogo, com isso propor novos desafios e variações.

04 dezembro 2009

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Projeto Jornal na Sala de Aula

Atividades Desenvolvidas por Professores em Sala de Aula Com o Recurso do Jornal

 

Objetivos:

· Pesquisar assuntos diversos tais como: política, economia, lazer, esporte, atualidade, turismo, enfim, um leque de opção. Trazendo ao aluno a oportunidade de abranger seus conhecimentos gerais tornando–o um cidadão crítico e atuante em sua sociedade.

· Explorar os pontos turísticos do Brasil através de fotos e textos que mostram a beleza natural de nosso país.

· Explorar os anúncios com foco na importância de identificar endereços e empregos.

Desenvolvimento:

· Recortar fotos turísticas de forma que o aluno comentasse sobre a beleza e a riqueza no contexto da gravura.

· Solicitar aos alunos que criassem seus próprios anúncios.

· Solicitar aos alunos que criassem alertas de valorização ao semi–árido. O caderno regional foi utilizado para aprimorar o conhecimento a respeito do semi–árido nordestino estabelecendo comparações entre os tipos de solo bem como a vegetação e os problemas concernentes a essa região.

Comentários:

“Foram atividades bastante criativas e que despertou nos alunos o interesse pela leitura.”

Professor: Edna e Norma Clece.

Escola: E.E.F. Manoel Osterno Silva.

Série: 6º 7º e 9ª.

Município: Marco – Ceará.

03 dezembro 2009

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Aprendendo literatura com o jornal

A partir da fábula “A cigarra e as formigas” de Esopo e as paródias “A Formiga Boa” e “A Formiga Má” de Monteiro Lobato, a professora Cláudia Galvão Roth, de Ponta Grossa/ PR, estimulou seus alunos a produzirem notícias de jornal.

Na escola Francisco Pires Machado, o Jornal da Manhã (Ponta Grossa/PR) virou material de leitura semanal e de atividades em sala de aula. No decorrer do terceiro bimestre os alunos vêm estudando a estrutura do texto notícia e a linguagem jornalística. A professora Cláudia Galvão Roth, de Língua Portuguesa, trabalhou a fábula “A cigarra e as formigas” de Esopo e as paródias “A Formiga Boa” e “A Formiga Má” de Monteiro Lobato. A partir destes textos os alunos produziram notícias relacionadas à morte da personagem Cigarra e a boa ação da Formiga Boa. Os alunos, de forma bem descontraída, abusaram da criatividade.

O jornal já faz parte da rotina dos alunos e muito veio a contribuir nas aulas como mais um recurso didático. Os alunos já estão familiarizados com a linguagem do jornal e não demonstram mais tanta dificuldade de aceitação. No início não sabiam sequer folhear o exemplar e não tinham interesse na leitura. Agora a grande maioria lê e sabe manuseá–lo. Os alunos puderam perceber que há muita diferença entre o texto narrativo, com linguagem literária, aquele que conta uma história fictícia, do texto notícia, com linguagem própria, que conta um fato real.

Profª Cláudia Galvão Roth

Escola Estadual Francisco Pires Machado

TEXTOS TRABALHADOS: A cigarra e as formigas

No inverno, as formigas estavam fazendo secar o grão molhado, quando uma cigarra faminta lhes pediu algo para comer. As formigas lhe disseram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?” A cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava melodiosamente”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno.”

(Esopo)

A Formiga Boa

[...]

– E que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa?

A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois de um acesso de tosse.

– Eu cantava, bem sabe...

– Ah!... – exclamou a formiga recordando–se.

– Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?

– Isso mesmo, era eu...

– Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: “Que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora!” Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.

A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.

(Monteiro Lobato)

A Formiga Má

[...]

A formiga era uma usuária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê–la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bem tempo?

– Eu.. eu cantava!...

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! E fechou–lhe a porta no nariz: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra morta por causa da avareza da formiga. Mas se a usuária morresse, quem daria falta dela?

Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

(Monteiro Lobato)

TEXTOS PRODUZIDOS POR ALUNOS:

Cigarra é abrigada por Formiga generosa

Letícia Emanuele Barchaki

Na noite anterior, dia 11 desse mesmo mês, na rua Presidente Prudente, no bairro de Formiganópolis, a cantora Cigarra foi abrigada pela Formiga. Algumas pessoas que estavam próximas viram e acharam bem interessante. O fotógrafo Sr. Gafanhoto aproveitou para fazer uma matéria.

Hoje, dia 12, ficamos sabendo que a Formiga convidou a Cigarra para morar com ela, mas com a condição de que ela não pare de cantar. É claro que ela aceitou. Tornaram–se grandes amigas.

Formiga Assassina

Lynicker Ramiro

Ontem, 11 de agosto, às 4 horas da tarde, num dia de muita neve, a Cigarra foi encontrada morta em frente à residência da Formiga, na rua Floresta Verde, n° 34.

Testemunhas foram hoje à delegacia declarar o que viram. Todos os insetos falaram a mesma coisa: que a Cigarra foi pedir ajuda à Formiga e ela lhe bateu e a jogou para fora no frio.

Foi concluído o laudo que os peritos pernilongos fizeram. Eles encontraram pistas que comprovam a culpa da Formiga pela morte da Cigarra.

O delegado Besouro deu ordem de prisão à Formiga, que será condenada e poderá pegar de 10 a 50 anos de prisão.

Cigarra morre de frio

Jean Felipe Scheistl

Ontem à noite na rua Formigueiro a Cigarra mais famosa da floresta morreu de hipotermia.

Muitos insetos disseram que a Formiga foi a culpada porque tinha ódio e inveja da Cigarra. Hoje o delegado Grilo isolou o local do crime e foi atrás da Formiga. A polícia teve muita dificuldade para encontrá–la, mas achou–a fugindo. Ela foi levada para o 13° Distrito Policial para prestar depoimento.

Formiga vira fugitiva

Igor Wideski Teleginski

Ontem às 10 horas a Formiga foi acusada de matar a Cigarra violentamente.

Ela alegou ser inocente e fugiu. O delegado disse que a polícia vai fazer de tudo para encontrá–la.

Uma testemunha alegou ter visto a Formiga em um cruzamento em frente a um shopping na cidade de Ponta Grossa: “Eu vi ela roubando um carro e quase me atropelou”.

Assassinato da Cigarra

Douglas Felipe de Oliveira Sviech

Ontem à tarde, dia 11 de agosto às 16 horas na rua da Manga, número 52, próximo ao bar do Pulga, houve um chamado para a polícia: os moradores encontraram a Cigarra morta de frio. Os policiais isolaram o local e começaram a reunir provas. Peritos acreditam que ela morreu de hipotermia. A dona Libélula diz ter visto tudo e acusou a Formiga da morte da Cigarra. A Formiga estava fugindo. As autoridades deram ordem de prisão e ela foi levada ao 13º Distrito Policial para prestar depoimento. A Formiga assumiu o crime.

02 dezembro 2009

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O QUE MUDA COM AS NOVAS REGRAS ORTOGRÁFICAS

Começou a vigorar a partir do dia 1º de janeiro de 2009 as novas regras determinadas pelo acordo ortográfico firmado com o objetivo de unificar a ortografia de oito nações que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP): Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné–Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. No Brasil, teremos um período de transição até 31 de dezembro de 2012.

O Acordo Ortográfico dos Países de Língua Portuguesa introduziu mudanças no uso do trema, do hífen e na acentuação de palavras, e incluiu ainda o Y, o W e o K no alfabeto.

Abaixo, as principais modificações na ortografia brasileira:

•O alfabeto passa a ter 26 letras, com a reintrodução do K, do W e do Y;

•Não se usa mais o trema (¨) em palavras como agüentar, argüir, cinqüenta e tranqüilo (os grupos gue, gui, que, qui). A nova grafia é: aguentar, arguir, cinquenta e tranquilo.

•Não se usa mais o acento dos ditongos abertos ói e éi das palavras paroxítonas (acento tônico na penúltima sílaba). A nova grafia dessas palavras passa a ser: alcaloide, apoia, boia, colmeia.

•Não se acentuam mais o i e o u tônicos depois de ditongo em palavras paroxítonas. Ex: baiúca e feiúra se escrevem agora baiuca e feiura.

•Não se usa mais acento nas palavras terminadas em êem e ôo(s). Ex: lêem, vôo(s) e enjôo são escritas leem, voo(s) e enjoo.

•Não se usa mais acento diferencial para os seguintes pares de palavras: pára/para; péla(s)/pela(s); pêlo(s)/pelo(s); pólo(s)/polo(s); e pêra/pera. Permanece o acento diferencial em pôde/pode e os acentos que diferenciam o plural do singular nos verbos. Ex: ele tem/ eles têm.

•Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas verbais tu arguis, ele argui, eles arguem (presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir).

Regras do hífen:

•Com prefixos, usa–se sempre hífen diante de palavra iniciada por h. Ex: anti–higiênico; anti–histórico; super–homem. A exceção é a palavra subumano, que perde o h;

•Prefixo terminado em vogal: sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo;

•Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo;

•Sem hífen diante de r e s. Dobram–se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom;

•Com hífen diante de mesma vogal: contra–ataque, micro–ondas.

•Prefixo terminado em consoante: Com hífen diante de mesma consoante: inter–regional, sub–bibliotecário.

•Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.

•Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.

Veja as mudanças pelas quais passou a língua portuguesa em um texto:

Ate os anos 1930

João acorda na manhan de sabbado, começa a tomar seu cafèzinho, mas percebe signais de uma jibóia, prompta para dar o bote. Êle pára, olha e tenta sahir tranqüilamente da sala, sem assustal–a. Vizinhos o vêem correndo pela auto–estrada e oferecem abrigo na egreja.

Até os anos 1970

João acorda na manhã de sábado, começa a tomar seu cafèzinho, mas percebe sinais de uma jibóia, pronta para dar o bote. Êle pára, olha e tenta sair tranqüilamente da sala, sem assustá–la. Vizinhos o vêem correndo pela auto–estrada e oferecem abrigo na igreja.

Até 2008

João acorda na manhã de sábado, começa a tomar seu cafezinho, mas percebe sinais de uma jibóia, pronta para dar o bote. Ele pára, olha e tenta sair tranqüilamente da sala, sem assustá–la. Vizinhos o vêem correndo pela auto–estrada e oferecem abrigo na igreja.

A partir de 2009

João acorda na manhã de sábado começa a tomar seu cafezinho, mas percebe sinais de uma jiboia, pronta para dar o bote. Ele para, olha e tenta sair tranquilamente da sala, sem assustá–la. Vizinhos o veem correndo pela autoestrada e oferecem abrigo na igreja.

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